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Como será a cidade do futuro?

Por João Lopes — Em Artigo Autaza, Automação Industrial, Industria 4.0 — novembro 20, 2019

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Você sabia que as cidades do futuro já estão sendo projetadas e algumas inclusive já saíram do papel? Em poucos anos teremos trilhos magnéticos na superfície, sistema de mobilidade subterrâneo, carros autônomos, semáforos inteligentes que visam minimizar o congestionamento e muito mais. Confira neste texto quais regiões do mundo estão apostando alto na tecnologia e como isso vai impactar a humanidade.  

De acordo com dados da ONU, quase 70% da população mundial viverá nas cidades até 2050 – serão 2,5 bilhões de novos habitantes acrescidos pela urbanização e pelo crescimento populacional. Ou seja, precisamos estar preparados! A tecnologia, neste sentido, vem trazendo soluções para gerar mais qualidade de vida, segurança e sustentabilidade dentro dos grandes centros urbanos. 

Já ouviu falar em “cidades inteligentes”? São muitas definições que você pode encontrar por aí, mas todas têm um ponto em comum: uma smart city é aquela que aumenta a qualidade de vida da sua população. Em busca deste status, cidades de todas as regiões do mundo irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Algumas tecnologias como internet das coisas, big data, centros de operações e blockchain ajudam no trabalho de captar dados e detectar os problemas.

Algumas cidades estão sendo planejadas do zero no conceito de “smart city”, como é o caso de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, cujo término está previsto para 2025. No quesito mobilidade, Masdar utilizará um transporte com trilhos magnéticos na superfície e um sistema de mobilidade subterrâneo. Bem diferente, não?

Existem também bilionários que apostam fortunas em projetos como esse. É o caso do Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo. Ele está criando uma cidade inteligente no deserto do Arizona. Belmont terá 101.200m² de terra e será construído com tecnologia em seu núcleo. São esperados 182 mil habitantes e a presença de carros autônomos e semáforos inteligentes que visam minimizar o congestionamento.

Outros centros urbanos estão tentando se adaptar às novas tecnologias e melhorar sistemas já existentes, como Londres, Copenhague e Cingapura. Já por aqui no Brasil, a cidade de São Paulo criou um Laboratório de Inovação para Mobilidade que impulsiona soluções inteligentes para os problemas da megalópole. A Scipopulis, por exemplo – startup que atua na capital, desenvolveu o “Painel do Ônibus”, tecnologia que mostra a velocidade em tempo real dos ônibus em qualquer via.  

Este ano a cidade foi considerada uma das mais inteligentes e conectadas do Brasil pelo Ranking Connected Smart Cities. O relatório avalia indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia. 

E os carros, como serão?

Carros autônomos, conectados à internet e que não poluem. Seria possível? Este ano já começaram a circular na cidade de Nova York carros autônomos. Seis carros elétricos da Polaris controlados pela startup Optimus Ride rodaram gratuitamente dentro do Brooklyn Navy Yard, um antigo estaleiro da Marinha dos Estados Unidos e que hoje funciona como centro de fabricação e tecnologia. 

Outra tecnologia que muitos apostam são os carros com realidade aumentada. Mapas, informações sobre o trânsito e dados detalhados quanto às condições do veículo devem passar de um display para exibição no vidro do carro. Existem muitas previsões de como serão os carros do futuro e há quem diga que em poucas décadas não precisaremos mais de motoristas. No próximo artigo vamos falar mais sobre as mais avançadas tecnologias automobilísticas. 

Para Autaza: Beatriz Bevilaqua, 
jornalista e apaixonada por tecnologia. 

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